O Instituto

Ciência, conservação, educação ambiental e desenvolvimento sustentável sob o céu estrelado.

Por que existimos

80%

da população mundial está privada da observação da Via Láctea.

Reconectar pessoas com a noite é também reconectá-las com a natureza.

O excesso de iluminação artificial afastou grande parte da sociedade do céu estrelado. Essa perda afeta a Astronomia, a biodiversidade, a saúde e nossa relação cultural com a noite.

O astroturismo cria um caminho de volta: une ciência, ecoturismo, preservação ambiental e desenvolvimento local para transformar o céu em experiência, conhecimento e patrimônio compartilhado.

Fonte do indicador: Atlas Mundial do Brilho do Céu Noturno.

Nossa missão

Proteger os céus estrelados dos impactos da poluição luminosa e promover o desenvolvimento sustentável do astroturismo no Brasil.

Transformar a contemplação do céu em conservação ambiental e geração de renda para as comunidades do entorno das unidades de conservação.

Ciência acessível

Conhecimento compartilhado de forma clara, inclusiva e conectado à realidade de cada território.

Conservação ambiental

Céu estrelado, biodiversidade e paisagem noturna protegidos como partes do mesmo compromisso.

Valorização territorial

Experiências que fortalecem a identidade, a economia e o protagonismo das comunidades locais.

Colaboração

Trabalho em rede com universidades, governos, áreas protegidas, empresas e sociedade civil.

Nossa história

Da pesquisa em parques a uma atuação nacional.

Equipe da AstroExpedição no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu. Acervo AstroParques.

Equipe em atividade no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu.

2021 · O início

A origem de uma rede

O AstroParques teve origem a partir do Astroturismo nos Parques Brasileiros, um projeto de pesquisa e extensão atuante desde o ano de 2021, que agrega pesquisadores de universidades, institutos de educação, agências e empreendedores do setor do turismo.

O Instituto nasce da experiência de seus idealizadores na Astronomia, no turismo de natureza, na divulgação científica e na atuação em parques e áreas protegidas. Desde o início, o Astroparques dedica-se a levar a ciência para o território, conectar pessoas ao céu estrelado e transformar essa experiência em educação, pertencimento, valor cultural e desenvolvimento socioeconômico.

2021–2022

Da ideia à atuação em campo

Entre 2021 e 2022, o AstroParques consolida seu campo de atuação no astroturismo em Unidades de Conservação do estado do Rio de Janeiro, estruturando ações que combinam observação astronômica orientada, pesquisa científica e educação ambiental, participação na produção de eventos (tais como o Festival das Estrelas de Santa Maria Madalena), formação de públicos e atores locais e valorização da paisagem noturna, através de sua ampla produção em astrofotografia. Esse período marca a transição de iniciativas pontuais para uma atuação institucional organizada e estratégica.

A partir de 2023

Projetos estruturantes e expansão nacional

A partir de 2023, o Instituto amplia sua atuação territorial para todo o Brasil, com a criação das AstroExpedições – projetos itinerantes que unem ciência, educação, turismo responsável e engajamento comunitário. As AstroExpedições consolidam o AstroParques como uma organização presente em campo e com forte abordagem educacional, capaz de adaptar seus projetos a diferentes realidades ambientais e socioculturais.

2024–2025

Reconhecimento e articulação institucional

Em 2024 e 2025, o AstroParques fortalece seu papel como referência nacional na promoção ao astroturismo e à proteção do céu noturno, atuando em parceria com gestores ambientais, instituições estaduais e federais, empresas e organizações da sociedade civil. Com dezenas de visitas técnicas em Unidades de Conservação da Natureza de todo o Brasil, destaca-se sua contribuição em processos de certificação de áreas naturais como Parques de Céu Escuro (Dark Sky Parks), no apoio à formulação de políticas e estratégias territoriais, na promoção de melhores práticas de iluminação artificial e na difusão do potencial brasileiro para o turismo das estrelas.

Outubro de 2025

A constituição do Instituto

O Instituto nasce em outubro de 2025 a partir da experiência de seus idealizadores na Astronomia, no turismo de natureza, na divulgação científica e na atuação em parques e áreas protegidas.

Hoje

Um Instituto em contínua evolução

Hoje, o Instituto AstroParques reúne experiência prática, visão estratégica e capacidade de articulação, oferecendo projetos e serviços que qualificam o uso público em áreas naturais, fortalecem a educação ambiental e o turismo científico. Contando com uma rede de colaboradores em todo o Brasil, suas ações geram valor às práticas sustentáveis, sociais e institucionais, e conectam pessoas e territórios com a valorização do céu noturno.

Além disso, o Instituto atua através de parcerias estratégicas com órgãos governamentais, universidades, instituições científicas e o setor turístico, criando uma abordagem integrada entre ciência, educação, turismo e preservação ambiental. Mais do que observar estrelas, o AstroParques trabalha para proteger o céu, inspirar pessoas e construir um futuro melhor.

Núcleos Integrativos AstroParques

Além da equipe base do instituto, estabelecida na região metropolitana do Rio de Janeiro, o AstroParques possui três Núcleos Integrativos, que trabalham de forma articulada com parceiros locais, expandem e desenvolvem as ações do instituto em territórios especiais. Na atualidade, os núcleos oficiais são o Núcleo AstroParques Serra da Canastra (NASC), o Núcleo AstroParques Brigadeiro Caparáo (NABC) e o Núcleo AstroParques Estrelas do Espinhaço (NAEE).

NASC

Serra da Canastra

O NASC é responsável pelas ações nos municípios ao redor do Parque Nacional da Serra da Canastra, uma região estratégica para o desenvolvimento do astroturismo na região do oeste mineiro. As ações têm englobado os municípios de São Roque de Minas, Delfinópolis, Vargem Bonita e São João Batista do Glória, através de parcerias com secretarias municipais e com o trade turístico local.

NABC

Brigadeiro Caparaó

O NABC se desenvolve no eixo Serra do Brigadeiro – Serra do Caparaó, na zona da mata mineira, integrando as ações realizadas no Parque Nacional do Caparaó e no Parque Estadual da Serra do Brigadeiro. Através da parceria com o projeto Trilha Brigadeiro Caparaó, o núcleo tem articulado apoios locais através de ONGs, IGRs, Circuitos turísticos e de gestões municipais. Os municípios de Fervedouro, Caparaó, Alto Caparaó, Espera Feliz e Dores do Rio Preto têm colaborado com as ações do AstroParques neste território.

NAEE

Estrelas do Espinhaço

O NAEE foi criado para desenvolver o astroturismo na região do Médio Espinhaço, abrangendo áreas protegidas de grande importância para a biodiversidade do Cerrado. Entre as UCs estão o Parque Estadual da Serra do Intendente, o Parque Natural Municipal Salão de Pedras e especialmente o Parque Nacional da Serra do Cipó. As ações realizadas nos municípios de Santana do Riacho, Conceição de Mato Dentro e Congonhas do Norte são cruciais para mitigar o impacto crescente da poluição luminosa no céu noturno da região.

Equipe AstroParques

Pessoas que fazem o AstroParques acontecer.

Conheça nossa diretoria, os conselhos e a equipe dos núcleos e comitês. Abra cada perfil para saber mais sobre sua trajetória.

Diretoria Executiva

Retrato de Fabíola Gomes

Fabíola Gomes

Presidente

Retrato de Igor Borgo

Igor Borgo

Vice-presidente

Retrato de Rafael Pereira

Rafael Pereira

Secretário e coordenador do Núcleo Serra da Canastra

Retrato de Alex Campelo

Alex Campelo

Tesoureiro

Conselho Fiscal

Retrato de Amanda Guiduci

Amanda Guiduci

Presidente do Conselho Fiscal e coordenadora do Núcleo Brigadeiro–Caparaó

Retrato de Valéria Moreira

Valéria Moreira

Conselho Fiscal e vice-coordenadora do Núcleo Brigadeiro–Caparaó

Conselho Consultivo

Retrato de Daniel Mello

Daniel Mello

Presidente do Conselho Consultivo e coordenador de projetos

Retrato de Gustavo Pinheiro

Gustavo Pinheiro

Conselho Consultivo e vice-coordenador de projetos

Retrato de André Costa

André Costa

Conselho Consultivo

Núcleos e comitês

Retrato de Sabrina Azevedo

Sabrina Azevedo

Coordenadora do Núcleo Estrelas do Espinhaço

Retrato de Olavo Cosme da Silva

Olavo Cosme da Silva

Vice-coordenador do Núcleo Estrelas do Espinhaço

Retrato de Tânia Dominici

Tânia Dominici

Coordenadora do Comitê Céus Estrelados do Brasil

Retrato de Vitor Barbato

Vitor Barbato

Vice-coordenador do Comitê Céus Estrelados do Brasil

Parcerias

Uma rede que amplia o alcance do nosso trabalho.

Cooperação com universidades, iniciativas científicas, organizações locais e representantes do turismo fortalece a atuação em diferentes territórios.

Logotipo da organização parceira AstroNoMUSES
Logotipo da organização parceira Astrotrilhas
Logotipo da organização parceira AstroVale
Logotipo Caminhantes do Caparaó.
Logotipo Canastro.
Logotipo da organização parceira Estrelas do Espinhaço
Logotipo da organização parceira Observatório do Valongo
Logotipo da organização parceira Céus Estrelados do Brasil
Logotipo da organização parceira IFRJ
Logotipo da organização parceira VAMUC
Logotipo Night Sky.
Logotipo da organização parceira UFRJ

Transparência

Compromisso público também se constrói com informação.

Conheça a equipe responsável pela atuação do Instituto. Para solicitar informações sobre a organização, seus projetos ou sua governança, entre em contato pelos canais institucionais.

Construa conosco

Ciência, conservação e turismo podem transformar territórios.

Converse com o Instituto sobre projetos, pesquisa, parcerias, formação e proteção da paisagem noturna.